Retrospetiva do ano 2020 e perspetiva para o novo ano

O ano de 2020 foi, sem dúvida, o ano mais negro deste século. Pode ter havido um 11 de setembro, pode ter havido um devastador tsunami na Tailândia e na Indonésia e um terramoto no Haiti… mas nenhuma destas tragédias entrou pelas nossas casas tão invisível e tão poderosamente que alterou as vidas de todos no planeta. É a consequência da globalização no seu máximo esplendor!!

Não vale a pena debruçar-nos sobre o lado negro que este vírus transportou para todo o lado, porque esse todos nós conhecemos.

Há uma outra perspetiva que as alterações provocadas pela pandemia trouxeram e que acabaram por ser benéficas para muitos. Vejamos, por exemplo, o facto de termos aberto a possibilidade muito mais alargada do teletrabalho que, com toda a certeza, será cada vez mais uma realidade.

Durante o ano foram publicados os mais variados estudos, análises, estatísticas and so on sobre a viabilidade e o impacto do teletrabalho na produtividade das empresas. Certo é, porém, que cada um de nós tem opiniões diversas sobre o mesmo. Há quem se tenha rendido ao teletrabalho e não encontre diferenças na produtividade; há quem não se consiga organizar de forma a destrinçar o trabalho das tarefas de casa; há quem preferisse alternar alguns dias entre casa e trabalho.

Em determinados momentos da nossa vida profissional não haverá quem não precise de trabalhar em casa, ou porque tem um filho doente, ou porque tem de apresentar um projeto que requer concentração máxima e, a partir de agora, as entidades patronais estarão muito mais abertas a essa possibilidade.

Com o teletrabalho e com o facto de termos estado meses confinados em casa, houve ainda alterações em relação à perspetiva da decoração e dos espaços de trabalho em casa. Houve mesmo um acréscimo de trabalho na área da construção civil, porque, com tanto tempo para pensar, decidiram-se várias alterações estruturais da casa, bem como na área do mobiliário e da decoração.

Nunca, como até agora, houve tanta preocupação com o bem-estar, com o conforto e o aspeto das casas. É, aliás, previsível que no próximo ano, se mantenha esta vontade de melhoramento das habitações.

Em 2021 os tons de preto, branco e cinza serão as cores de eleição para os móveis. As salas, que passaram a ser o espaço mais versátil da casa, terão como cor de fundo o cinza, já que é uma cor neutra, que permite a cada estação mudar a cor e ambiente do espaço.

O mobiliário deixou as linhas retas e os sofás de canto vão ganhar lugar em casa.

O minimalismo é cada vez mais seguido não só na decoração, como na roupa e no modo de vida. É caso para dizer que veio pra ficar.

Os tons terra e os artigos em materiais naturais, como o pinho irão ganhar terreno, cada vez mais. O mate, na área das texturas, é outra das grandes tendências para o ano que se avizinha.

Não se pode falar em tendências sem se falar no Pantone do ano. O The Pantone Color Institute fixou não uma mas duas cores para de 2021: 17-5104 Ultimate Gray e 13-0647 Illuminating.

Entre um cinzento claro e um amarelo suave. Segundo aquele instituto ambas pretendem significar uma união de força e positivismo, que no seu seio esconde um futuro mais soalheiro e amistoso.

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